Eureka!
Descobri, caros leitores, de onde vieram certos excessos no discurso de muitos influenciadores católicos!
Nessa de seguir o exemplo dos santos, decerto depararam-se com alguma corruptela do nome de São Simeão, o Estilita, dando origem a histórias espúrias.
Alguns parecem imaginá-lo como São Simeão, o Estilista, preocupado com maquiagem, manga de vestidos, suspensórios e gravatas-borboleta.
Outros, por sua vez, confundem-no com São Simeão, o Elitista, conhecido por ficar 40 anos sem dirigir a palavra a qualquer indivíduo que não pudesse pagar plano de saúde para dez filhos, por não crê-lo católico, e portanto empreendedor, o suficiente.
No entanto, ele era São Simeão, o Estilita (do grego “style”, coluna), que, para o arrepio de qualquer psicoterapeuta, nutricionista ou personal trainer, passou quatro décadas em cima de uma coluna no meio do deserto da Síria, alimentando-se do mínimo necessário, mal dormindo e sujeitando-se a pesadas disciplinas. A testosterona dele só poderia estar baixíssima…
Mas pasme, devoto leitor! Ele nunca rezou o terço, nunca estudou o catecismo (muito menos filosofia tomista) e - tremei - não ia à missa de domingo!
São Simeão, o Estilita, rogai por nós.
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