Na entrada do Mosteiro de São Bento, vi duas jovens freiras.
Eram, de longe, as pessoas mais felizes e tranquilas das redondezas.
Todos os demais, inclusive eu, estávamos muito preocupados com aquilo que, a cada esquina daquelas ruas imundas, nos poderiam tomar: a bolsa, o celular, a vida...
Mas elas, não.
Já tinham renunciado, para sempre, às bolsas e celulares, e, até mesmo, à própria vida.
Ninguém poderia lhes tomar nada, pois aquilo que um dia tiveram já não é mais seu: entregaram tudo a Cristo.
“The difference beetweem the friar and the ordinary man is that the friar is freer than the ordinary man” G. K. Chesterton
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