Ó noturnas noites e silenciosas,
Ó estrelas de clareza sem par,
Que será de mim e de vós, graciosas,
Quando não mais vos puder contemplar?
As árvores crescerão, e frondosas
Galhas lá se poderão espalhar
Servindo às aves mui especiosas,
Mas sem ninguém para as observar
Sempre brilhe o luar e vente o vento
Reluzam tomates como rubis
Que corra o rio, mas corra sempre lento
Que caiam os raios, chovam barris
Que a vida continue... mas lamento
Pois deixo a casa onde fui feliz
Ó estrelas de clareza sem par,
Que será de mim e de vós, graciosas,
Quando não mais vos puder contemplar?
As árvores crescerão, e frondosas
Galhas lá se poderão espalhar
Servindo às aves mui especiosas,
Mas sem ninguém para as observar
Sempre brilhe o luar e vente o vento
Reluzam tomates como rubis
Que corra o rio, mas corra sempre lento
Que caiam os raios, chovam barris
Que a vida continue... mas lamento
Pois deixo a casa onde fui feliz
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