Suspirou ao perceber que não era único
Que passaria como os outros pelo mesmo pórtico
Saindo como eles para um grande sábado
Sem aula, formatura, sem nenhuma Física
Entregues ao mundo sem nenhuma bússola
Que a boina garança e a canção do Exército
Esvanecer-se-iam como algo excêntrico
Relegados ao passado, a uma memória
Nunca mais haveria de gritar uníssono
O brado escolar como se fosse lógico
E pôde perceber que tudo era efêmero
Que era uma fantasia o castelo áureo
Acabado estava então o espetáculo
E derramou, assim, sua primeira lágrima
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