Ninguém é capaz, ninguém é capaz
De fazer por um algo a mais
Todos iguais, todos iguais
Buscando o aqui e o agora,
sem adiante ou atrás
Quando foi que nos tornamos
A finalidade de nossas vidas?
Não é melhor morrer pelo outro
Do que acabar como suicidas?
Pra onde foram as crenças
Em algo maior que nós?
Acaso seria a finalidade humana
Algo tão bruto e atroz?
Hoje, cada um é o seu começo,
O seu meio e o seu fim
Ao ego se resume meu apreço
Me afasto do outro, me aproximo de mim
A plenitude da vida humana
Não está no nosso umbigo
E tampouco, como pensam,
Repousa no jazigo
Doar-se, sacrificar, lutar
Alegrar-se pelo outro, amar-lhe
Vender-se, "viver", "aproveitar"
Alegrar-se por mim, amar-me
Querem voltar às origens?
Pois então, que voltemos
Morramos pela nossa tribo
Pelas nossas raízes lutemos
Lute! não por si, não pelo seu
Cumpra! o que disse, o que prometeu
Às armas, soldado!
Traga-nos o que nos foi tirado!
Se assim continuar,
Viveremos pra algo que morrerá conosco
Eu não sei vocês,
Mas não quero esse fim tosco
De fazer por um algo a mais
Todos iguais, todos iguais
Buscando o aqui e o agora,
sem adiante ou atrás
Quando foi que nos tornamos
A finalidade de nossas vidas?
Não é melhor morrer pelo outro
Do que acabar como suicidas?
Pra onde foram as crenças
Em algo maior que nós?
Acaso seria a finalidade humana
Algo tão bruto e atroz?
Hoje, cada um é o seu começo,
O seu meio e o seu fim
Ao ego se resume meu apreço
Me afasto do outro, me aproximo de mim
A plenitude da vida humana
Não está no nosso umbigo
E tampouco, como pensam,
Repousa no jazigo
Doar-se, sacrificar, lutar
Alegrar-se pelo outro, amar-lhe
Vender-se, "viver", "aproveitar"
Alegrar-se por mim, amar-me
Querem voltar às origens?
Pois então, que voltemos
Morramos pela nossa tribo
Pelas nossas raízes lutemos
Lute! não por si, não pelo seu
Cumpra! o que disse, o que prometeu
Às armas, soldado!
Traga-nos o que nos foi tirado!
Se assim continuar,
Viveremos pra algo que morrerá conosco
Eu não sei vocês,
Mas não quero esse fim tosco
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