Eu olho minhas mãos, mas vejo garras
De fundo, ouço o rugido do leão
Que me circunda, preparando amarras
Co’as quais possa reter meu coração
A serpente se insinua e me narra
Um mundo no qual não haja “não”:
“Faz o que quer! Sim pro gozo, sim pra farra:
és tu o centro, dono da criação!”
Se lhe ouvir, prontamente sou levado
Num grande arroubo, ao fundo da fossa
Conduzido pelo orgulho estimulado
Pela roubo da glória, que é Vossa
Livrai-me, Senhor, do Celerado
Se não de mim, em breve, ele se apossa
sábado, 19 de fevereiro de 2022
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